A era da desinformação
A chamada era da informação, celebrada com o advento da internet e da ênfase em atividades que pressupõem o uso do intelecto, promete mundos e fundos de conhecimento para a humanidade inteira. O messianismo da era moderna clama por um mundo unificado, educado, "avançado" tecnologicamente (nunca gostei desse termo, como se o "atrasado" fosse ruim, não é?) e pacífico.
Mas agora eu me pergunto: onde está o mundo pacífico? O século XX, moderno por excelência, não foi também o século mais mortífero da história humana, com 262 milhões de mortes empreendidas deliberadamente por governos (http://www.hawaii.edu/powerkills/)? Mundo "avançado" é o de hoje, não é? Que apresenta a técnica como a salvação do mundo, que olha com desdém seu passado "obscurantista" e "opressor", que bate com mão de ferro sobre a Igreja Católica, a mesma instituição que criou as universidades, os hospitais, contribuiu para a clarividência com a filosofia escolástica, as artes, a arquitetura, sem falar nas invenções técnicas agrícolas, metalúrgicas e de engenharia. O passado "retrógrado" é o passado que sustenta o presente e a promessa de futuro, já que o momento "avançado" do mundo só é "avançado" porque "avançou" sobre um antigo edifício arduamente construído. (Ainda poderíamos citar constribuições ao direito e à economia que se tornaram sustentos básicos do mundo moderno.)
Na era da informação, onde a promessa messiânica de um futuro glorioso se apóia na perfeição técnica de caráter anti-espiritual, todas as informações referentes ao espírito tendem a ser negligenciadas ou vistas como "excentricidade", ou de "retrógrados", ou de malucos.
Recemente fui testemunha do relato de uma viagem feita por um dos membros do Grupo São José, cujos encontros semanais eu frequento. Independente do conteúdo dessa viagem, um dos relatos mais chocantes foi o testemunho ocular de um milagre coletivo em Medjugorje, na Croácia, seguida pela observação de uma figura humana. O testemunho relata que, numa missa sob chuva, o tempo abriu-se sobre o público presente, e o sol, iluminando a multidão, começou a dançar pelo céu. As pessoas puseram-se a correr, e meu amigo que lá estava (e que não é nenhum ingênuo incrédulo) saiu desesperado de volta para o hotel. Em seguida à dança do sol, a imagem da lua contornada por doze estrelas se fez presente, como se novamente os astros estivessem à literal mercê da Vontade Divina. E todo mundo viu. E todo mundo foi testemunha, exatamente como a multidão que, a um final de tarde, se põe a admirar o pôr-do-sol. Repito: meu amigo foi testemunha ocular de uma milagre coletivo. Qualquer coincidência com Fátima não é mera coincidência.
Agora eu me pergunto: onde estava a imprensa mundial naquele momento? Onde estavam os jornalistas tão ávidos de investigações misteriosas? Onde estava a CNN, a Rede Globo, a BBC, os grandes jornais e redes de TV? Hã? Em plena era do conhecimento, foi necessário que os meios de comunicação se tornassem complexos demais para que os grandes veículos não abafassem acontecimentos de grande envergadura com os vistos em Medjugorje. E ainda assim o resultado é trágico: a grande maioria da população mundial provavelmente têm acesso às grandes redes, mas não tanto aos pequenos contatos como a internet. Se o mundo está empenhado, em parte por ignorância (a mesma que "esqueceu" das grandes obras da Igreja), em parte por malícia demoníaca, a sufocar os sinais lançadoas pela Transcendência literalmente na cara do homem, então não há Cristo que nos salve. Afinal, é parte do plano divino a intocabilidade do livre-arbítrio humano, que se manifesta não pelas ações e pensamentos, mas pela atitude espiritual com relação a própria existência. Numa analogia, é aquilo que Viktor Frankl fala como uma atitude perante a vida: um sentimento de abertura e aceitação da vida tal qual se apresenta e que é independente à liberdade física de se fazer o que se quer.
Se o homem realmente não quiser se deixar tocar nem mesmo pelos milagres gritantes de Medjugorje (creio que só faltam as pedras berrarem nas ruas de Nova Iorque), então as coisas tenderão a se tornar mais críticas. E aí haverá choro e ranger de dentes.
Mas agora eu me pergunto: onde está o mundo pacífico? O século XX, moderno por excelência, não foi também o século mais mortífero da história humana, com 262 milhões de mortes empreendidas deliberadamente por governos (http://www.hawaii.edu/powerkills/)? Mundo "avançado" é o de hoje, não é? Que apresenta a técnica como a salvação do mundo, que olha com desdém seu passado "obscurantista" e "opressor", que bate com mão de ferro sobre a Igreja Católica, a mesma instituição que criou as universidades, os hospitais, contribuiu para a clarividência com a filosofia escolástica, as artes, a arquitetura, sem falar nas invenções técnicas agrícolas, metalúrgicas e de engenharia. O passado "retrógrado" é o passado que sustenta o presente e a promessa de futuro, já que o momento "avançado" do mundo só é "avançado" porque "avançou" sobre um antigo edifício arduamente construído. (Ainda poderíamos citar constribuições ao direito e à economia que se tornaram sustentos básicos do mundo moderno.)
Na era da informação, onde a promessa messiânica de um futuro glorioso se apóia na perfeição técnica de caráter anti-espiritual, todas as informações referentes ao espírito tendem a ser negligenciadas ou vistas como "excentricidade", ou de "retrógrados", ou de malucos.
Recemente fui testemunha do relato de uma viagem feita por um dos membros do Grupo São José, cujos encontros semanais eu frequento. Independente do conteúdo dessa viagem, um dos relatos mais chocantes foi o testemunho ocular de um milagre coletivo em Medjugorje, na Croácia, seguida pela observação de uma figura humana. O testemunho relata que, numa missa sob chuva, o tempo abriu-se sobre o público presente, e o sol, iluminando a multidão, começou a dançar pelo céu. As pessoas puseram-se a correr, e meu amigo que lá estava (e que não é nenhum ingênuo incrédulo) saiu desesperado de volta para o hotel. Em seguida à dança do sol, a imagem da lua contornada por doze estrelas se fez presente, como se novamente os astros estivessem à literal mercê da Vontade Divina. E todo mundo viu. E todo mundo foi testemunha, exatamente como a multidão que, a um final de tarde, se põe a admirar o pôr-do-sol. Repito: meu amigo foi testemunha ocular de uma milagre coletivo. Qualquer coincidência com Fátima não é mera coincidência.
Agora eu me pergunto: onde estava a imprensa mundial naquele momento? Onde estavam os jornalistas tão ávidos de investigações misteriosas? Onde estava a CNN, a Rede Globo, a BBC, os grandes jornais e redes de TV? Hã? Em plena era do conhecimento, foi necessário que os meios de comunicação se tornassem complexos demais para que os grandes veículos não abafassem acontecimentos de grande envergadura com os vistos em Medjugorje. E ainda assim o resultado é trágico: a grande maioria da população mundial provavelmente têm acesso às grandes redes, mas não tanto aos pequenos contatos como a internet. Se o mundo está empenhado, em parte por ignorância (a mesma que "esqueceu" das grandes obras da Igreja), em parte por malícia demoníaca, a sufocar os sinais lançadoas pela Transcendência literalmente na cara do homem, então não há Cristo que nos salve. Afinal, é parte do plano divino a intocabilidade do livre-arbítrio humano, que se manifesta não pelas ações e pensamentos, mas pela atitude espiritual com relação a própria existência. Numa analogia, é aquilo que Viktor Frankl fala como uma atitude perante a vida: um sentimento de abertura e aceitação da vida tal qual se apresenta e que é independente à liberdade física de se fazer o que se quer.
Se o homem realmente não quiser se deixar tocar nem mesmo pelos milagres gritantes de Medjugorje (creio que só faltam as pedras berrarem nas ruas de Nova Iorque), então as coisas tenderão a se tornar mais críticas. E aí haverá choro e ranger de dentes.
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