Libertação do caos
Ao andar pelas ruas, ouvir comentários mesmo de pessoas próximas e ligar a TV e o rádio fico chocado como são ditas meias verdades ou mentirar pura e simples.
A contemplação da realidade é algo tão simples e deixa tudo tão evidente que não há razões para a confusão de idéias e a tagarelice desenfrada baseado no comentário "acho que". Ademais, o simples conhecimento de um assunto denota pelo menos respeito para com aquilo que é dito e com o direito do outro de ouvir o que é verdadeiro, e não o que o outro acha que é. A liberdade de falar o que se pensa é concomitante à liberdade de não ouvir o que o outro fala. Se somos obrigados a ficar sobre a saraivada da tagarelice burra e vazia, concomitante é o nosso direito de responder àquilo que agride nossa inteligência ou nossa simples contemplação.
Quando as pessoas opinam sobre aquilo que claramente não sabem, quando lançam hipóteses sentimentais muito vagas sobre temas muito complexos (ou arremessam em nossas cabeças uma opinião monolítica), ou quando a televisão dá importância demasiada às opiniões de um presidente que nem sabe o que fala e troca as palavras básicas sobre um assunto (no Brasil, coitado, o "tempo" virou "clima"), só há uma saída: fazer resistência interior cerrada à confusão circundante e ser, ainda que aos trancos e barrancos, uma luz na escuridão. Pessoalmente não pretendo ser uma luz (santa prepotência...), ainda que gostaria, mas perceber, pela contemplação e o silêncio, que muitos aspectos da realidade humana não batem com a realidade concreta, é pré-condição para o anúncio claro da realidade. Se a verdade nos libertará, primeiro é preciso saber em que terreno encontra-se a chave.
A contemplação da realidade é algo tão simples e deixa tudo tão evidente que não há razões para a confusão de idéias e a tagarelice desenfrada baseado no comentário "acho que". Ademais, o simples conhecimento de um assunto denota pelo menos respeito para com aquilo que é dito e com o direito do outro de ouvir o que é verdadeiro, e não o que o outro acha que é. A liberdade de falar o que se pensa é concomitante à liberdade de não ouvir o que o outro fala. Se somos obrigados a ficar sobre a saraivada da tagarelice burra e vazia, concomitante é o nosso direito de responder àquilo que agride nossa inteligência ou nossa simples contemplação.
Quando as pessoas opinam sobre aquilo que claramente não sabem, quando lançam hipóteses sentimentais muito vagas sobre temas muito complexos (ou arremessam em nossas cabeças uma opinião monolítica), ou quando a televisão dá importância demasiada às opiniões de um presidente que nem sabe o que fala e troca as palavras básicas sobre um assunto (no Brasil, coitado, o "tempo" virou "clima"), só há uma saída: fazer resistência interior cerrada à confusão circundante e ser, ainda que aos trancos e barrancos, uma luz na escuridão. Pessoalmente não pretendo ser uma luz (santa prepotência...), ainda que gostaria, mas perceber, pela contemplação e o silêncio, que muitos aspectos da realidade humana não batem com a realidade concreta, é pré-condição para o anúncio claro da realidade. Se a verdade nos libertará, primeiro é preciso saber em que terreno encontra-se a chave.
Marcadores: caos, contemplação, realidade
