Humilhação pública, já!
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u492744.shtml
Dois pontos da reportagem merecem destaque:
Primeiro: "O Ministério da Justiça recebeu um documento com 89 assinaturas de professores universitários, escritores, intelectuais e representantes de organizações não-governamentais ligadas aos direitos humanos em apoio ao refúgio político concedido ao italiano Cesare Battisti."
Como disse, uma miríade de estúpidos que amam o crime como forma de protesto político e social. É mais do que evidente, no Brasil, a simpatia velada, quando não explícita, pelo crime como forma de ação revolucionária e transformadora da sociedade. Esse pessoal deveria receber humilhação e desonra públicas. Bando de camaradas de assassino.
Segundo: "O documento elogia a decisão do governo brasileiro como 'corajosa e coerente com seus princípios democráticos e progressistas'. Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália, o que não é admitida pela Constituição Federal do Brasil."
Claro, elogiam porque não foram os amigos e parentes deles que foram assassinados por uma extremista. É lindo matar em nome de um ideal. Gostaria de saber se ele ficariam satisfeitos em doar seu familiares e, porque não, seu corpos em nome da causa subjetiva de outrem.
Essa notícia é uma das coisas mais vis, estúpidas e absurdas que já vi na vida.
Meditando sobre essa notícia e do andar dos fatos pela imprensa, percebe-se um abismo intransponível entre a atitude da Itália em seus diversos segmentos e uma lista de canalhas desprezíveis que tem voz no Brasil.
Todos os simpáticos e amigos de terroristas deveriam ter o tratamento público equivalente à sua atitude: o desprezo e a humilhação públicas e a supressão, pelo escancaramento de sua estupidez, de toda a vil influência que exercem sobre a sociedade brasileira.
A paciência tem limites, e a porcaria de um abaixo assinado em favor de um terrorista só pode ser respondida com xingamentos e palavrões daqui por diante.
Sem mais...
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Como não poderia deixar de fazer, abaixo vão os nomes dos amigos de Batistti que assinaram o rolo de papel higiênico oficial:
1) Giuseppe Cocco - professor UFRJ;
2) Ivana Bentes - professora UFRJ;
3) Rodrigo Guéron - professor UERJ;
4) Alexandre Mendes - defensor público;
5) Alexandre Nascimento - professor Faetec e pré-vestibular para negros e carentes;
6) Bárbara Szaniecki - designer;
7) Tatiana Roque - professora UFRJ;
8) Caia Fittipaldi - tradutora;
9) Elisa Pimentel - professora;
10) José Lima - dirigente da CUT-RJ;
11) Tânia Marins - Tortura Nunca Mais;
12) Vera Vital Brasil - Tortura Nunca Mais;
13) André Barros - advogado;
14) Henrique Antoun - professor UFRJ;
15) Peter Pal Pelbart - professor PUC-SP;
16) Pablo Gentili - professor UERJ e Clacso;
17) Susana Castro - professora UFRJ;
18) Simone Sobral Sampaio - professora UFSC;
19) Luiz Camillo Osorio - professor PUC-Rio;
20) Felipe Cavalcanti - médico;
21) Geo Britto - CTO (Centro do Teatro do Oprimido);
22) Rodrigo Nunes - Goldsmiths College, University of London, e revista Turbulence;
23) Salvador Schavelzon - antropólogo;
24) Mariangela Nascimento - Universidade Federal da Bahia - Instituto Cidade;
25) José Augusto da Silva - diretor do Instituto Cidade;
26) Fábio Lobianco - assessor jurídico - Instituto Cidade;
27) Gerardo Silva - pesquisador UFRJ;
28) Leonora Corsini - pesquisadora UFRJ;
29) Alipio Freire - jornalista e escritor;
30) Heloisa Fernandes - Escola Florestan Fernandes do MST - professora USP;
31) Renato Simões - secretário nacional de Movimentos Populares do PT;
32) Arthur Gonçalves Filho - industriario aposentado e tradutor;
33) Laizio Rodrigues de Oliveira - livre pensador;
34) Laurita Salles - artista plástica;
35) Tereza Maria Copetti Dalmaso - professora estadual, RS;
36) Ricardo Campo - Unesp;
37) Diego Silva - músico;
38) Irineu José Dalmaso - professor estadual, RS;
39) Amyra El Khalili - professora (economista);
40) Adriano Copetti - juiz federal;
41) Alice Copetti Dalmaso - bióloga;
42) Silvana Copetti Dalmaso - jornalista;
43) Gabriel Santos de Araújo - professor
44) Leonor Nunes Erberich - professora de inglês;
45) Adauto Melo - Grupo Beatrice;
46) Sara Vitelloni Tibola - arquiteta e urbanista;
47) Talita Tibola - psicóloga, mestranda em educação;
48) Daniel Dutra Trindade - psicólogo, mestrando em psicologia social;
49) Pedro Copetti Dalmaso - médico;
50) Alyda Sauer - tradutora;
51) Jorge A. Bittar - arquiteto;
52) Ruth Maria Scaff - professora UnB;
53) Lincoln Secco - professor USP;
54) Rui Martins - jornalista e escritor;
55) Celso Lungaretti - jornalista e escritor;
56) Guilem Rodrigues da Silva - poeta e juiz de segunda instância;
57) Regina de Toledo Sader - professora aposentada - USP;
58) Ricardo Cavalcanti-Schiel - antropólogo;
59) Laerte Braga - jornalista;
60) Mário Augusto Jakobskind - Rio de Janeiro - jornalista;
61) Beth Müller - psicanalista;
62) Caio Martins Bugiato - mestrando Unicamp;
63) Helio Gusmão Filho - historiador/UESB/Vitoria da Conquista-Bahia;
64) Marilourdes Fortuna - assistente social e professora de Filosofia;
65) Luiz Gozanga (Gegê) - Central de Movimentos Populares do Brasil;
66) Júlio César de Oliveira Valentim - jornalista;
67) Pedro Barbosa - mestrando;
68) Leonardo Botega - professor estadual - RS;
69) Leonardo Palma;
70) Lúcia D. Coppetti;
71) Sandra Cristina G. Benedetti - presidente da ObeeC (Organização Brasileira de Educação e Estudos Contemporâneos);
72) Gil Soul - cantor e compositor;
73) Ismar C. de Souza;
74) Dirlene Marques - professora universitária;
75) Dulce Maia de Souza;
76) Zenalde Machado de Oliveira - cientista social;
77) Fernando Claro Dias - advogado;
78) Caio Martins Bugiato - mestrando Unicamp;
79) Celeste Marcondes;
80) Benedito Prezia - antropólogo e professor;
81) Penha Pena - arquiteta e urbanista;
82) Nélson Serathiniuk - sociólogo;
83) Urariano Mota - escritor e jornalista;
84) Gloria Seddon - psicanalista e artista visual;
85) Marly Vianna - professora UFSCar;
86) Antonio de Medeiros - jornalista;
87) Cláudio Batalha - professor Unicamp;
88) Jesus Carlos - repórter
Sugiro àqueles que tiveram paciência de ler esta postagem que escrevam para esses sujeitos para mostrar-lhes sua belíssima atitude. Mas, por favor, sem xingamentos. Eles não merecem tanto elogio.
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