Deus, Terra e Humanidade

"O que está em jogo no mundo não é portanto um mero conflito entre ideologias, mas sim a probabilidade de sobrevivência espiritual da humanidade num mundo onde todas as opções ideológicas díspares e antagônicas se uniram num pacto entre inimigos para varrer da face da Terra o legado das antigas religiões" (Olavo de Carvalho, "O Jardim das Aflições" p. 302)

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Local: Porto Alegre, RS, Brazil

domingo, maio 01, 2016

Escrevendo com um pouco de alma

Se eu pudesse escrever tudo o que eu gostaria de escrever teria dois problemas: primeiro, teria de fundir meus neurônios ao passar o dia inteiro pensando e colocando no papel (ou no computador) o assunto de forma que seja claro e inteligível a qualquer pessoa; segundo porque muitas vezes antes de escrever algo gosto de analisar ou estudar o assunto, necessitando de tempo e, claro, paciência para analisar de forma minuciosa o que estou abordando.

Hoje é uma das raras vezes que eu escrevo neste blog sem me ater previamente a um assunto, estudo ou leitura, fazendo o usual esforço literário de ser entendido (como se eu fosse um escritor, mas qualquer texto decente deve conter o mínimo de esforço para ser bem estruturado). Penso que quanto mais espontânea é a expressão de um conteúdo, uma ideia ou uma experiência pessoal, mais firme e consistente o conteúdo está em nossa inteligência e memória ou, dizendo ainda melhor, mais integrado este conteúdo está em nossa identidade.

Para sermos mais inteligentes, capazes de compreender a realidade da qual fazemos parte, mais conscientes temos de ser sobre nós mesmos. Melhor um sábio analfabeto do que um erudito cheio de minhoca na cabeça.

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quarta-feira, abril 13, 2016

De onde vem o ódio

Dilma Rousseff afirmou ontem que o ódio não pode dividir o país. Pois bem, então que o PT pare de jogar ricos contra pobres, negros contra brancos, nordestinos contra paulistas/sulistas, gay contra hétero, minorias religiosas contra cristãos (principalmente evangélicos), sindicatos contra empresas, classes contra classes.

Só falta agora ela dizer que a violência e o terrorismo não podem dividir o país. Não é mesmo, camarada Estela?

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quarta-feira, janeiro 13, 2016

O novo saco de pancadas da Rede Globo

Quem conhece um pouco a Rede Globo sabe o extremo fanatismo com que tratou o governo George W. Bush (2000-2008) na Casa Branca. Tudo (sem exceção) que tratava dos ex-presidente americano era visto negativamente ou sob o viés do interesse político. Para a galera descolada da Globo, W. Bush era não menos do que a encarnação do truculento caubói americano sedente por dinheiro, petróleo e guerra.

Desde então nossa querida emissora carece de um vilão ianque.

Mas talvez seu desespero tenha acabado. Depois de puxar o saco de Barack Obama, o "histórico" presidente, como tantas vezes propalou esta emissora por sete anos, e que também foi considerado, em 2014, junto com George W. Bush, como o pior presidente americano desde a Segunda Guerra Mundial (http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/americanos-apontam-obama-como-pior-presidente-desde-a-2a-gm), agora apareceu Donald Trump.

Sem entrar nos méritos das propostas e declarações de Trump, já está claro que o candidato das prévias do Partido Republicano é o novo W. Bush da Globo. Tudo o que se refere a Trump é tratado pela emissora como problema ou por um viés negativo, como suas declarações críticas sobre os imigrantes mexicanos e muçulmanos.

Não tenho muito a dizer sobre isto, apenas que já antevejo o óbvio. Se o jornalismo da Globo já é profundamente anti-americano e anti-direita (a não ser quando se trata de Obama, o queridinho da emissora), esperem só quando Trump for escolhido como candidato dos republicanos à Casa Branca: será a disputa entre Satã e o candidato democrata.

Quando se trata de política americana, a melhor coisa que se pode fazer à Globo é desligar a TV ou fazer uma reclamação na delegacia do consumidor por propaganda enganosa.

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terça-feira, janeiro 12, 2016

Jesus Cristo: caminho interior e exterior

Jesus Cristo não deixou os sacramentos, como a comunhão e a confissão, delegada diretamente Dele ao apóstolos, os primeiros sacerdotes da História, como mera opção. Ele deixou para que as pessoas BUSQUEM o que é necessário. Claro, ninguém tem a obrigação de ir atrás daquilo que é de Deus (nem mesmo Dele propriamente, como vemos de forma abundante no mundo atual), mas aquele papo de que "Ah, eu me confesso direto com Deus" ou "Não preciso ir à missa receber a comunhão, falo di...reto com Deus em casa" é bobagem. Pior: é prepotência, seja ela consciente ou não. Se Jesus deixou os sacramentos é porque eles NÃO SÃO uma mera opção como qualquer outra, mas o CENTRO da vida cristã e meio NECESSÁRIO à vida espiritual séria para as pessoas que buscam a Ele de coração. Caso contrário não haveria a necessidade de delegar Seu ministério aos apóstolos e, portanto, não haveria sacerdócio, missas e coisas do gênero. Nem mesmo a Igreja tal como conhecemos existiria. Seriam elementos sem sentido, já que estariam nivelados a qualquer escolha como "confessar" diretamente com Deus. Esta atitude também é prepotência porque a pessoa está ajustando o legado do PRÓPRIO Jesus, que é DEUS, à sua vontade e seu "estilo". Se você não precisa ir à missa receber a comunhão ou da imposição de mãos de um sacerdote para receber a absolvição dos pecados, através do qual Jesus age DIRETAMENTE e de forma MUITO mais PROFUNDA do que a "confissão" pessoal eliminando ao menos por um tempo a ação de Satã, porque, então, buscar um comprometimento pessoal com Jesus? Sacerdotes são instrumentos UNGIDOS para as funções que exercem, e os sacramentos são SINAIS concretos e visíveis de Deus. Eles estão IN-FI-NI-TA-MEN-TE acima de ações pessoais espontâneas que deliberadamente evitam qualquer compromisso ou ritual com Jesus em pessoa. Se quiser a Ele, vá atrás Dele, tanto na vida interior quanto exterior.

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domingo, agosto 16, 2015

Os coxinhas invadem as ruas (16 de agosto)

A coisa mais engraçada (e boboca) que há nessas manifestações é o carimbo que o ativismo de esquerda colocou nos manifestantes anti-Dilma e anti-PT: coxinha. É um nome "simpático" para o VELHO preconceito de classe da luta de classes. Só que esse pessoal "esquece" que as manifestações dos "coxinhas" ocorrem nos domingos porque a grande massa tem que TRABALHAR na segunda-feira; ninguém ganha um tostão para estar lá, vai DE GRAÇA; há convocação, sim, mas pela internet, e ninguém é chamado por sindicato, partido (que a esmagadora maioria rejeita, e rejeita TODOS), ou algum grupo ao qual seja filiado ou militante; há muitas famílias nos protestos, inclusive com crianças levadas pelos próprios pais; e, mais importante, NINGUÉM QUEBRA NADA, ninguém viola as leis, ninguém sai fazendo baderna por aí com o objetivo de causar tumulto ou jogar a massa contra a polícia. O máximo que acontece são alguns palavrões, e olhe lá. Esse é o pessoal "coxinha", mais malvado do que o Papa, para inveja mortal do "partido da ética" e de TODA a militância esquerdista.

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quinta-feira, setembro 15, 2011

O reino da CNBB é deste mundo.

No falso evangelho da modernidade o pecado não está em não perdoar, desonrar a família, trair a mulher ou matar, mas em não escovar os dentes, não cuidar dos cachorrinhos e comer gordura além da conta. Agora a CNBB lançará, em 2013, a campanha da fraternidade pela saúde. Tagarelice marxista, politicagem, desagregação e ataque à Igreja por todos os lados e 50 mil assassinatos por ano pode, mas comer além da conta e jogar água fora? Ah, não. Aí os "bispos" ficam loucos da vida.

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sábado, julho 09, 2011

Sobre o amor

Tudo depende fundamentalmente do amor. Tudo vem dele e tudo a ele retorna. Ele é a causa e o fim de tudo, e o sentido mesmo da vida. A Criação é expressão evidente e perfeita desse amor. A tentativa de imaginar qualquer Universo alternativo pressupõe a imperfectibilidade desse Universo e, portanto, a desconfiança do infinito amor e da infinita misericórdia. Isso é um erro. Deus é amor. Tudo o mais é consequência.

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